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O Feng Shui mapeia o fluxo de energia nos espaços através do “baguá” (ba = oito, guá = lados), uma espécie de mandala em forma octogonal que é sobreposta à planta baixa do imóvel para delimitar os setores que correspondem aos aspectos mais importantes da vida. São nove áreas: família, prosperidade, fama, relacionamento, criatividade, amigos, carreira, conhecimento e saúde. Esta última área fica no centro do diagrama, representando o equilíbrio das forças yin e yang, a harmonia. É o centro da casa, o coração.

Cada “guá” ou lado corresponde a um dos trigamas do “I-Ching – O Livro das Mutações”, obra clássica da sabedoria chinesa, usada há milhares de anos como oráculo.

Quando o baguá é aplicado sobre a planta baixa de um imóvel, o especialista em Feng Shui observa, entre outras coisas, se há alguma área faltante naquele espaço, indicando problemas naquele setor para quem mora ali. Em caso positivo, será preciso fortalecer a área faltante, criando maneiras para modificar a energia daquele local.

Para o olhar treinado no baguá, a planta baixa de um imóvel é como uma radiografia, permitindo um diagnóstico completo. Uma vez identificadas as “doenças”, será possível prescrever as curas. As soluções mais conhecidas do Feng Shui são feitas através de alterações na disposição de móveis, pinturas, cores, iluminação, plantas e objetos como cristais e sinos de vento. Essas “ferramentas” podem eliminar bloqueios e ativar setores da vida que estão estagnados, como prosperidade, relacionamento ou carreira, por exemplo. Mas há muitos outros mecanismos, menos populares: são as curas transcendentais, chamadas assim porque operam num nível que transcende o nosso entendimento lógico.

Clique aqui e veja o baguá.